Situação em 2 de setembro, atualização contínua
No mesmo período dos anos 2012 a 2025, a mediana foi de 754. É aproximadamente o nível habitual.
Cada ano é contado até 2 de setembro, para que o ano em curso continue comparável.
Num ano médio, o pico em Portugal cai em março.
Até agora nenhum incêndio acima de 500 ha de zona de calor detetado em 2026.
Todos os anos e a situação em direto: mapa de incêndios florestais em Portugal
O ICNF regista os incêndios rurais reportados pelos serviços de proteção civil. Esta página conta de outra forma e chega por isso a outros números. Primeiro, os satélites detetam qualquer fogo de vegetação, incluindo queimadas agrícolas e de matos fora da floresta. Segundo, a área indicada é um limite superior: não se mede a área ardida, mas os píxeis em que um satélite registou calor, cerca de 14 hectares por píxel no VIIRS e cerca de 100 no MODIS. Para um grande incêndio aproxima-se da realidade; somado sobre um país inteiro, não. Por isso os números anuais acima dão apenas contagens de incêndios e não totais em hectares.
O FireSignal não é um sistema de alerta. Os satélites sobrevoam Portugal várias vezes por dia, com horas sem observação entre passagens, e as nuvens escondem os fogos. Em caso de perigo siga sempre o 112, a Proteção Civil e os bombeiros.
Fonte: NASA FIRMS e EUMETSAT, processados pelo FireSignal · situação em 2 de setembro